Na semana passada falamos sobre o Redutor de Ruído Intermitente. Hoje é o dia de falarmos sobre o Redutor de Ruído de Vento. E de novo….O que vem a ser isso exatamente? E o mais importante… o quanto esse recurso é importante para o seu tipo de perda auditiva e seu estilo de vida?

Lembrando…. o Redutor de Ruído de Vento reduz ruídos do vento, brisa, etc e também aquele barulho chato que aparece quando abrimos a janela do carro.

Bora responder essas 2 perguntas… 🙂

1. O que faz esse Redutor de Ruído?

Nos aparelhos mais sofisticados esse recurso consegue estimar a velocidade do vento e propor um redução deste som em até 40 dB, dependendo do modelo e marca. Nos demais aparelhos ele muda o tipo de microfone para poder reduzir esse tipo de som.

#ficadica – fale com seu fonoaudiólogo e dê exemplos reais dos sons que te incomodam. Ele avaliará quais recursos devem ser acionados. Garanto que a regulagem do seu aparelho ficará melhor 🙂

2. Será que você precisa desse recurso?

Depende… se você ama andar de bicicleta, andar na praia ou dirige com a janela aberta… diria que sim. O teste domiciliar é excelente para avaliar a necessidade e efetividade dele.

#ficadica – fale com seu fonoaudiólogo e pergunte como funciona a redução de ruído de vento e quantos decibéis de redução ele oferece. Tire proveito deste recurso. E se você está testando… pergunte, compare….

Boa semana a todos!

Por: Mirella Horiuti

Para: www.naoescuto.com

Na semana passada falamos sobre o Redutor de Ruído Constante. Hoje é o dia de falarmos sobre o Redutor de Ruído Intermitente. E de novo….O que vem a ser isso exatamente? E o mais importante… o quanto esse recurso é importante para o seu tipo de perda auditiva e seu estilo de vida?

Lembrando…. o Redutor de Ruído Intermitente reduz ruídos como de batida de porta, batida de palmas, louça sendo lavada, etc

Bora responder essas 2 perguntas… 🙂

1. O que faz esse Redutor de Ruído?

A primeira parte de análise do som é igual ao anterior ( voz x ruído) mas a grande diferença está na intensidade e no tempo de duração desse ruído. São sons de intensidade média e/ou alta, de curta duração e de aparecimento repentino. E nesse caso o aparelho auditivo irá avaliar a necessidade de reduzir ou não. Considero esse recurso com um redutor de ruídos chatos… rs

#ficadica – fale com seu fonoaudiólogo e dê exemplos reais dos sons que te incomodam. Ele avaliará quais recursos devem ser acionados. Garanto que a regulagem do seu aparelho ficará melhor 🙂

2. Será que você precisa desse recurso?

Boa pergunta. Minha opinião é que nem todos pacientes se incomodam muito com esse tipo de ruído. O teste domiciliar é excelente para avaliar a necessidade dele. Basicamente, esse recurso significa conforto.

Hoje em dia alguns aparelhos básicos já possuem esse tipo de redutor de ruído.

#ficadica – fale com seu fonoaudiólogo e pergunte quantos decibéis de redução de ruído intermitente seu aparelho auditivo possui. Tire proveito deste recurso. E se você está testando… pergunte, compare….

Boa semana a todos!

Por: Mirella Horiuti

Para: www.naoescuto.com

Hoje é o dia de falarmos sobre o Redutor de Ruídos. O que vem a ser isso exatamente? Mas o mais importante… o quanto esse recurso é importante para o seu tipo de perda auditiva e seu estilo de vida?

Mas primeiro vamos definir os tipos:

Redutor de Ruído Constante: reduz sons como de ar condicionado, carros passando na rua, aspirador, etc.

Redutor de Ruído Intermitente: reduz ruídos como de batida de porta, batida de palmas, louça sendo lavada, etc

Redutor de Ruído de Vento: o nome já diz tudo…. reduz ruídos como de vento, brisa, etc

E vamos falar hoje sobre o primeiro: Redutor de Ruído Constante

Bora responder essas 2 perguntas… 🙂

1. O que faz um Redutor de Ruído?

Resumidamente, o aparelho auditivo faz uma análise de todo o som que capta, depois classifica esses sons captados em 2 categorias: voz e ruído. A partir daí decide o quanto irá amplificar ou reduzir de cada um deles.

Mas o que temos que ter em mente são alguns fatores:

  • O aparelho auditivo atua perifericamente, garantindo que você tenha a percepção do som. Ele pode filtrar esse som captado, mas o cérebro sempre será o responsável pelo entendimento da fala.
  • O aparelho auditivo não sabe quais os sons que te interessam. O que é ruído para você pode ser música para o outro…

#ficadica – fale com seu fonoaudiólogo e dê exemplos reais daquilo que você deseja ou não deseja escutar. Garanto que a regulagem do seu aparelho ficará melhor 🙂

2. Será que você precisa desse recurso?

Boa pergunta. Minha opinião é que a grande maioria dos pacientes precisa de algum nível de redução de ruído. Ele traz conforto e facilita a adaptação dos aparelhos auditivos. No início do processo, escutar todos os sons pode ser muito cansativo para o paciente. Pesquisas mostram que o redutor de ruído pode diminuir o esforço auditivo e isso significa menos cansaço para ouvir e entender.

Hoje em dia mesmo aparelhos mais básicos já possuem redutor de ruído.

#ficadica – fale com seu fonoaudiólogo e pergunte quantos decibéis de redução de ruído seu aparelho auditivo possui. Tire proveito deste recurso. E se você está testando… pergunte, compare….

Boa semana a todos! 🙂

Por: Mirella Horiuti

Para: www.naoescuto.com

É isso mesmo …. você leu certo. No último mês de maio saiu essa notícia…no Hearing Health Matters. Essa tecnologia provavelmente estará disponível em 5 anos…

Na verdade trata-se de um equipamento criado por cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. A idéia é que este aparelho auditivo controlado pela mente permita o usuário focar nas vozes que interessam.

O que está por trás é a habilidade do equipamento em imitar o que nosso cérebro faz naturalmente: amplificar uma voz e deixar o barulho de fundo de lado, mesmo que esse barulho seja de outras pessoas conversando. Trazendo para o nosso dia-a-dia: entender uma voz específica na presença de outras vozes similares.

Este aparelho auditivo controlado pelo cérebro parece ter resolvido esse problema usando uma combinação de inteligência artificial e sensores de atividade cerebral do usuário.

Esse equipamento usa um algoritmo para separar as vozes das pessoas automaticamente, depois as compara com a atividade cerebral do paciente. A voz da pessoa que apresenta o padrão mais próximo às curvas da atividade cerebral do usuário é aumentada, permitindo menos esforço para entender. Na prática: o usuário prestou atenção numa voz, em segundos essa voz fica mais amplificada e nítida.

Mas nem tudo é uma maravilha, por enquanto, para fazer uso dessa tecnologia são necessários eletrodos implantados no cérebro. Para essa pesquisa, os pacientes já tinham esses implantes devido á um tratamento para epilepsia. E outro ponto importante… não tinham perda auditiva.

O próximo passo agora é criar uma versão não invasiva deste aparelho para poder ajudar muitas pessoas . A estimativa destes cientistas é que em aproximadamente 5 anos teremos algo. Mas ainda há muito caminho a ser percorrido…

O que me deixa feliz é que temos gente no mundo todo pesquisando formas de melhorar a performance auditiva das pessoas com dificuldade! 🙂

Boa semana a todos! 🙂

Por: Mirella Horiuti

Para: www.naoescuto.com

Essa pergunta sempre me fazem… há alguns anos participei de um congresso no qual esse tema era debatido. No final, tinha gente que achava que sim… outros que não. Mas numa coisa todos concordaram… com o passar do tempo, os recursos dos aparelhos premium passam a fazer parte das outras linhas pois a tecnologia está sempre em evolução. A indústria está sempre criando coisas novas.

Na verdade, essa semana li algumas coisas muito interessantes sobre isso e também sobre vender ou não vender um aparelho top de linha. Confesso que fiquei um pouco pensativa… e resolvi dar minha opinião sobre o tema.

Sei que os fabricantes investem tempo e muito dinheiro no desenvolvimento de novos recursos e produtos visando a melhora do entendimento da fala. Posso falar de carteirinha pois trabalhei em um deles por muito tempo.

Mas vamos lá… essa é a minha opinião pessoal. 🙂

Para mim, tudo é muito simples. Mas, como diz uma grande amiga minha, fazer o óbvio não é nada fácil.

O papel do fonoaudiólogo, que é um profissional de saúde, não é vender um aparelho auditivo. Infelizmente muitos colegas e donos de empresas esquecem disso.

Nosso compromisso é com a saúde auditiva do paciente: avaliar suas necessidades auditivas e suas preferências. A partir daí sim, encontrar a melhor solução auditiva que o atenda.

Logo, se com um aparelho auditivo básico, intermediário ou avançado as necessidades e preferências são atendidas, não vejo motivo de selecionar um produto mais sofisticado e caro.

E mais uma coisa…. a tecnologia tem evoluído tanto que mesmo esses aparelhos auditivos menos ” High Tech” dispõem de muitos recursos!

Mas sempre digo aos meus pacientes que antes de comprar devem TESTAR várias tecnologias para ter certeza… a análise dos resultados do teste domiciliar é o que irá definir a melhor tecnologia para cada futuro usuário.

Boa semana a todos! 🙂

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Por: Mirella Horiuti

Para: www.naoescuto.com

Quase sem perceber um se ano passou desde meu último post … mas, na verdade, o que realmente importa é que estou aqui de volta… firme e forte !!!

Muita coisa mudou…. aparelhos novos no mercado, fabricantes comprando fabricantes, regulamentação e início de comercialização de OTC , etc . E tenho certeza que mais novidades vem por aí!

Acho que 2019 é o ano da surdez ficar em evidência , essa doença “invisível” que atrapalha a vida de muita gente!
Em março deste ano a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que 900 milhões de pessoas em todo o mundo poderão vir a ter surdez até 2050, quase o dobro da quantidade atual.

A EAR PARADE , o primeiro evento de arte urbana no mundo relacionado à saúde auditiva, é uma campanha da FORL ( Fundação Otorrinolaringologia) que já está dando o que falar !!!

Ontem, quando vi e ouvi a campanha Sonoros da Menthel, me arrepiei e vi nesses relatos vários dos meus pacientes. Só tenho que elogiar o trabalho destes 2 seres humanos sensacionais que comandam essa empresa …

E é claro, não poderia deixar de mencionar o trabalho sensacional que a minha grande amiga Paula Pfeifer vem fazendo há anos por meio do @cronicasdasurdez. Quando ele recebeu a premiação do Facebook quase tive um treco! Imagine ela… vendo seu trabalho reconhecido !!!! E agora o projeto @surdosqueouvem vai bombar por aí!

Vamos lá gente, vamos apoiar todas essas iniciativas! 🙂

Vamos fazer nossa parte! Entrem nos links, curtam, compartilhem, mudem a foto do seu perfil!

Vamos fazer acontecer!!!

Boa semana a todos! 🙂

Por: Mirella Horiuti

Para: www.naoescuto.com

 

Abaixo e na íntegra… mais um post no Cronicas da Surdez!  Muito feliz pela oportunidade : )

#loveyouPaulitcha

Quando minha querida amiga Paula me chamou para falar desse tema…. pensei… como é que ela sabe que estou estudando isso? Na verdade, os méritos do meu conhecimento se devem às fonoaudiólogas Laura Mochiatti que mergulhou de cabeça no tema ( que é sua tese de mestrado), à Ana Claudia Vieira  ( sua orientadora ) e nossas incansáveis discussões.  🙂

 

Ao pé da letra, o termo memória auditiva significa:  a habilidade de lembrar palavras ou sons.

Falando mais sobre essa memória auditiva,  ela é classificada como de “curto prazo”. Ou seja,  ela é a capacidade cerebral de utilizar uma certa quantidade de informação por um curto período de tempo (15 a 30 segundos em média). É a informação que estamos pensando naquele momento ou que estamos tomando conhecimento. Depois de adultos, a duração de quanto tempo retemos a informação e a quantidade de informação armazenada pode ser treinada e aumentada. Mas durante atividades ou tarefas que envolvam duplo processamento, ou seja, duas tarefas realizadas ao mesmo tempo, a capacidade desta memória operacional torna-se limitada devido à distribuição das demandas cognitivas para diferentes respostas exigidas pelas tarefas, como por exemplo, a recordação de palavras e emissão das mesmas. de forma ordenada após uma tarefa de percepção de sentenças.

 

O processo de criar uma memória envolve algumas etapas: primeiro ouvimos o som (ou seja percebemos- estamos falando de audibilidade), depois escutamos esse som ( damos atenção ao que ouvimos) e na sequencia “armazenamos”  em algum local no nosso cérebro. Pronto … a memória está criada e armazenada.

Mas a segunda fase é na minha opinião a mais complexa de todas:  é o escutar o som e buscar nesse armazenamento a memória auditiva compatível para podermos entender o que se fala.

 

Para normo-ouvintes,  essa segunda etapa se torna mais difícil quando a situação não é favorável, ou seja, em locais ruidosos, com vários falantes ao mesmo tempo, voz fraca e mal articulada do falante, etc.

O que acaba acontecendo é um esforço enorme, chamado atualmente de “esforço auditivo” que nada mais é do que  toda atenção e recursos cognitivos necessários que usamos para se entender a fala.

 

No caso de um deficiente auditivo, esse esforço acontece o tempo todo.

 

E qual a relação do esforço auditivo com a memória?  Uma relação enorme, que já vem sendo estudada há alguns anos.

Há estudos que comprovam que quanto melhor nossa memória operacional, menor nosso esforço auditivo. E ainda que pessoas que são ótimos leitores tem uma memória operacional melhor.

Se pensarmos nisso, com um esforço auditivo menor, a performance no  quesito “ entender as conversas”  com certeza vai melhorar.

 

E como posso melhorar minha habilidade de memória auditiva?  Faça uma avaliação com seu fonoaudiólogo de confiança e veja as opções para seu caso.

 

Boa semana a todos!  🙂

 

Por: Mirella Horiuti

Para:  www.naoescuto.com

Na semana passada falei um pouco desse tema.

Hoje vou falar um pouco sobre meu ponto de vista. 🙂
Primeiro gostaria de deixar claro que o escrito abaixo é minha opinião profissional e pessoal sobre o assunto, baseado em 25 anos de trabalho na área.  🙂

1. A perda auditiva irá piorar independentemente do uso do aparelho auditivo – explicando melhor …. o grau de  perda de audição, ou seja , o quanto o paciente escuta poderá piorar com o tempo pois está ligado à causa da disfunção auditiva, ou seja, tem relação com o que está causando ou causou a perda de audição. Aí fica meu alerta: procure um médico otorrino de sua confiança e exija uma investigação diagnóstica. Só assim vc terá mais “armas” na mão para pensar na prevenção de uma piora. Sei que muitas vezes não é possível achar a causa mas acho que vale o esforço.

2. Acredito sim que o uso de aparelho auditivo inadequado ou mal regulado pode lesionar o ouvido – para aqueles que usam aparelho #ficadica NÃO É NORMAL:
– se incomodar com os sons  ( sejam eles fracos, médios ou fortes)

–  ter dor de cabeça o tempo todo quando se usa aparelho auditivo

Se isso acontece com vc procure seu fonoaudiólogo para ajustar seu aparelho. A grande maioria dos aparelhos auditivos ( digitais, analógicos, regulados por computador ou por trimmer) tem recursos de proteção para sons (principalmente sons fortes). E por favor …. cuidado com algum lero-lero do tipo … “Ahhh… vc tem que trocar seu aparelho auditivo ….”   🙂

–  ter TTS   (mudança temporária de limiar auditivo) –  se ele realmente está acontecendo… esse aparelho precisa ser ajustado urgentemente!

3. O fato de usar aparelho por algumas horas e depois ter a sensação que piorou a audição quando se tira não significa necessariamente que o TTS ocorreu – se a perda auditiva for de grau moderado ou maior, é claro que no momento que tirar o aparelho auditivo vai parecer que o “mundo desligou”, mas isso não quer dizer que seu limiar auditivo piorou.  Eu comparo essa situação como a de usar óculos para perto. Posso falar de carteirinha pois sou aquela usuária que protelou até o último momento e agora não tem mais jeito…rs:

  • você até consegue enxergar (ou ouvir)  mas precisa de mais esforço, boa iluminação e distância correta esticando o braço até não poder mais (atenção, ambiente silencioso, etc)
  • quando coloco o óculos ( aparelho auditivo), UAU , uma maravilha !
  • quando tiro os óculos  e tento ler de novo … parece que está muito pior … e na verdade não está. É só descansar um pouco e tentar novamente que continua na mesma como antes.

 

4. Usar aparelho auditivo não previne a piora do grau de perda de audição  – em linhas gerais ele mantém o som entrando no sistema auditivo numa intensidade adequada e segura e faz com que as vias auditivas sejam estimuladas. Em outras palavras, ele garante o “ouvir” ( detectar o som) para que o “escutar” ( colocar atenção ao som) e o “entender “ aconteçam. Para mim o aparelho auditivo é o equipamento que garante o processo de “fisioterapia” auditiva.

 

Boa semana a todos!  🙂

Por: Mirella Horiuti

Para: www.naoescuto.com

 

 

 

 

 

 

 

Outro dia navegando na internet, ou melhor, lendo alguns posts no Crônicas da Surdez, que amo por sinal, vi uma discussão bem interessante sobre esse tema.

Aí… pra variar resolvi pesquisar mais  para depois dar meus pitacos…  🙂

 

Cientificamente falando … a resposta é não mas pode ser sim.  Mas vamos explicar certinho…

Quando  a resposta é Não  –  a história está a favor dos aparelhos auditivos. Ou seja, até o momento não há nenhum estudo controlado e em grande escala comprovando  que isso realmente aconteça. Milhões de pessoas tem sido adaptadas no mundo todo sem agravamento da perda auditiva pelo uso do aparelho auditivo. Logo, até que se prove o contrário… um aparelho auditivo ajustado adequadamente, não piora a audição do usuário.

 

Quando a resposta pode ser Sim  –  existe sim uma linha de raciocínio que leva em conta a seguinte premissa:  sabe-se que sons em certas intensidades mais intensas, durante um certo período de tempo podem causar a chamada mudança temporária de limiar auditivo (TTS) que pode evoluir para uma mudança permanente de limiar auditivo (PTS) em ouvintes normais. Acredita-se que isso possa acontecer em pessoas com perda auditiva também.

Esclarecendo um pouco mais: O TTS ( temporary  treshold shift  ou mudança temporária do limiar auditivo) é uma mudança na sensibilidade auditiva que depende de diversos fatores como:  susceptibilidade individual,  intensidade do estímulo e tempo de exposição. Em geral, a recuperação ocorre gradualmente em até  3 horas após a estimulação. Há relatos que sons mais agudos  ( entre 2 e 6 Khz) em intensidades acima de 60- 80 dB (A) produzem mais TTS. Há ainda outra linha que critica o uso destes esses parâmetros de TTS e PTS quando se trata de perda auditiva. Na verdade é um assunto muito controverso…  mas, pensando nessa linha, se o aparelho auditivo estiver amplificando demais, ele pode sim gerar um TTS.

 

Na próxima semana darei meus pitacos….

 

Boa semana a todos!  🙂

Por: Mirella Horiuti

Para: www.naoescuto.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acabei lendo no Hearing Matters.. bem legal esse informativo sobre durabilidade das pilhas.. e engatar que vale a pena uma pilha de boa qualidade….

Hearing Aid Battery Life Can Vary Widely

By Wayne Staab  ·

 

( A Vida das Baterias de Aparelhos Auditivos podem Variar Muito)

 

Quanto mais sofisticado o aparelho auditivo mais pilha ele consome?

DEPENDE. Se estivermos comparando aparelhos analógicos com um digital (nem precisa ser top de linha) minha resposta é SIM. Mas entre 2 aparelhos digitais (da mesma marca e tamanho de pilha) com tecnologia intermediária e top de linha… a resposta é NÃO. Atualmente, o que acho que faz diferença é a geração do amplificador… Ou seja, tenho a impressão que quanto mais novo o chip, mais rápido ele é e mais ele gasta.

Esse artigo que li fala basicamente sobre o que influencia na drenagem da corrente da pilha, ou seja, na sua vida útil.

O que tem que ficar claro é que mesmo SEM usar o aparelho, ou seja, com ele desligado, a pilha depois de usada a primeira vez ainda está gastando.

O número de horas de uso do AASI, sons fortes entrando no microfone, uso de bobina telefônica, umidade e temperatura do ar,…. tudo isso influencia e muito na vida útil da pilha.

As pilhas mais utilizadas ainda são as de Zinc-air (de zinco ativadas a ar).

 

Algumas dicas importantes:

 

Ativação

Retirando o selo de proteção, o processo começa e não pode mais ser parado. Ou seja, o ar começou a entrar na pilha ela já ativou.  Mas ATENÇÃO (segundo o artigo ):  a pilha não começa a descarregar se vc não colocar ela em uso.

Performance

Altas temperaturas com baixa umidade:  a bateria perde água mais rapidamente e tende a gastar mais.

Muita umidade: há corrosão ou aquela aparência que algo vazou e a pilha perde suas propriedades.

Baixa temperatura: a voltagem da pilha cai (fica menor que 1 volt) e a pilha dura menos.

Altas altitudes: o percentual de oxigênio é  do ar fica reduzido, a pilha dura menos.

Alta Altitude e baixa temperatura: combinação que faz a pilha durar bem menos.

 

 

 

Boa semana a todos!  🙂

Por: Mirella Horiuti

Para: www.naoescuto.com